Ultrassom Transvaginal Obstétrico


Trata-se de um exame de ultrassom normalmente realizada por via vaginal entre 6 a 12 semanas de gestação. É um exame de rotina que toda grávida deve fazer pois define fornece informações importantes e cruciais em uma gestação como:

  • Identifica e avalia o saco gestacional, seu tamanho, número e seu local de implantação. Logo, define se a gestação está dentro do útero ou não (ectópica), se é uma gestação múltipla ou única e se há risco aumentado de abortamento como nos casos onde há uma implantação baixa do saco gestacional;

  • Determina a idade gestacional, datando a gestação de maneira mais fiel, estabelecendo a idade gestacional e data provável parto;

  • Mede o comprimento cabeça nádega do bebe, que será a informação mais importante para definir a sua idade;

  • Identifica do número de fetos, que junto com o número de sacos gestacionais nos permite definir se a gestação gemelar é da mesma placenta (monocorioônica) ou não (dicoriônica não idênticos);

  • Determina a amniocidade (número de bolsas de água) e da corionicidade (número de placentas);

  • Define a localização da placenta;

  • Mede o colo uterino.

Além disso, o obstetra pode pedir um ultrassom de urgência nos primeiros três meses de gravidez pelos seguintes motivos:

  • Descartar um aborto espontâneo;

  • Identificar uma ameaça de abortamento, principalmente se associado a sangramento vaginal no começo da gravidez;

  • A partir de 7 semanas de gravidez, os batimentos cardíacos do bebê já devem estar visíveis (considerando um ciclo menstrual de 28 dias). Quando se vê o coração do bebê batendo, a chance de a gravidez prosseguir sem problemas é de mais de 97 %; E se você não ver o coração do bebê batendo no ultrassom, tente não se desesperar. O bebê pode ser ainda muito novinho e o coração não está batendo pois ainda não se formou. O médico deve esperar mais uma semana e pedir uma nova ecografia. Pode ser que o bebê tenha sido concebido mais tarde do que você imaginava e o coração ainda não estar formado;

  • Descartar gravidez ectópica (implantada fora do útero) e localizar o local da gestação (ovário, trompas, ligamentos);

  • Descartar uma gestação molar (tumor da gestação). Numa gravidez molar, em que a placenta é anormal e o bebê não é viável, o ultrassonografista visualiza uma figura bem diferente da que deveria ser a do bebê;

  • Determinar a idade gestacional.  




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